Ipaam aperta condomínio e decide agir com rigor para proteger periquitos
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A equipe do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) está trabalhando com absoluta prioridade na condução das investigações sobre a morte de mais de 200 periquitos da asa branca, ocorrida na última quinta-feira (27), na Avenida Ephigênio Salles, em frente ao condomínio de mesmo nome, bairro Aleixo, zona Centro-sul de Manaus, junto às palmeiras onde os periquitos fazem pernoite.

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Pela manhã, foi realizada reunião com o síndico do condomínio Ephigênio Salles, quando ficou estabelecido que o IPAAM vai decidir sobre medidas adequadas para o manejo e integridade dessa ave que deverá ser implementado pelo condomínio.
Pela tarde, foram tomadas duas providências decisivas na solução do caso. A primeira delas foi a coleta de amostras das telas que cobrem as palmeiras para submetê-las a testes e averiguar se há também nelas indícios de substâncias venenosas.
A retirada das amostras, dado a altura das palmeiras, foi realizado pelos técnicos da fauna do IPAAM com o apoio técnico do Corpo de Bombeiros. Segundo os técnicos do IPAAM, peritos da Delegacia de Meio Ambiente (Dema) também levaram amostras das telas.
A segunda medida, desenvolvida simultaneamente, trata-se da necropsia dos corpos das aves recolhidas na quinta-feira e que estavam sendo conservadas em temperatura adequada no Cetas do Ibama. A necropsia foi realizada pelo laboratório do curso de medicina veterinária da Escola Superior Batista do Amazonas (Esbam), sob a responsabilidade do professor de necropsia, José Alan Soares de Araújo.
Na necropsia é analisado como estão os órgãos internos do animal e retiradas mostras de tecidos e colhido o sangue para exame toxicológico.
As mostras de telas e os materiais resultantes da necropsia serão enviados para exame toxicológico na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

ASSUNTOS: Amazonas