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Amazonas

Medidas de enfrentamento à pandemia deixarão legado, afirma Wilson Lima

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Sobre ‘Poder’ ficar com a mulher do melhor amigo


Manaus/AM - Ao anunciar a reforma estrutural do Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio Pereira Machado, o maior da zona Leste de Manaus, o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), falou da antecipação de medidas adotadas pelo Estado, para conter a pandemia do novo coronavírus. Dentre elas,  estão a reformulação de fluxos de atendimento, recuperação de equipamentos, ampliação de 133 para 350 leitos no Hospital Delphina Aziz, além de mudanças internas na Secretaria de Estado da Saúde (Susam).  Os impactos positivos deixarão um legado que beneficiará, pelos próximos anos, a população e as categorias profissionais que atuam na área.

Lima explicou que parte das ações seria executada ao longo dos próximos anos, mas precisou ter a programação antecipada diante do desafio de se enfrentar, com um sistema de saúde fragilizado, uma pandemia de proporções ainda desconhecidas. Entre as ações, está o planejamento e implantação de um sistema informatizado que integre todas as unidades de saúde da rede, e que hoje se faz necessário, principalmente, para o controle de estoque.

Lima também destacou que a agilidade em recuperar 79 respiradores defeituosos, herança das administrações anteriores, foi uma decisão que ajudou a salvar centenas de vidas no Amazonas. Hoje, o grande desafio tem sido estruturar unidades de saúde do interior, negligenciadas ao longo dos últimos anos, por ex-governadores e ex-gestores da saúde no Estado, e cujas consequências têm sido sentidas atualmente.

"Nós tivemos um sofrimento muito grande, com muitas perdas. Temos um sistema de saúde muito fragilizado e todo mundo sabe como recebemos o estado em 2019. Com a pandemia, muitas dessas questões foram expostas e a gente teve que rever toda a nossa política de saúde. O legado que fica são lições importantes de estabelecimento de fluxos, necessidade de informatização que já estava planejada e a tomada de decisões que talvez fossem ocorrer apenas em 2021 e a gente teve que rever neste período", frisou o governador.

De acordo com ele, a reestruturação em andamento na Susam é  algo sem precedentes na história do Amazonas. " Em alguns momentos, vamos ter que cortar na própria carne. Mas tudo isso é para o bem do cidadão, de quem atua na saúde, dos enfermeiros, dos médicos e principalmente daqueles pacientes que moram nos bairros mais afastados, nas regiões periféricas e que terão mais acesso à saúde", assegurou.  


Hospital de campanha

Wilson Lima comentou, ainda, sobre a manutenção do Hospital de Campanha da Universidade Nilton Lins, alugado pelo Estado para ampliar o atendimento de casos de COVID-19 em Manhaus. "Algumas situações vamos ter que avaliar mais lá na frente. A questão da Nilton Lins a gente precisa avaliar se continua ou não com aquela estrutura. Isso vai depender da quantidade de casos em atendimento no Estado. Nossa ideia é que não seja mais preciso encaminhar pacientes ao HPS 28 de Agosto e ao Hospital João Lúcio (os pacientes suspeitos). É concentrar a demanda no HPS Delphina Aziz e no Hospital da Nilton Lins,para que seja retomada a rotina de cirurgias eletivas no Estado, pois as pessoas continuam tendo problemas de saúde que já tinham antes da pandemia", explicou.




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