Próximo passo da PF será ouvir Bolsonaro em inquérito que apura interferência indevida no Rio
O próximo passo no inquérito que apura supostas interferências indevidas de Jair Bolsonaro na Polícia Federal do Rio de Janeiro será o depoimento do presidente da República, informou a Polícia Federal ao ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal.
No ofício enviado nesta semana ao STF, a PF pediu a prorrogação do prazo de 30 dias para concluir as diligências do caso e agora cabe ao ministro autorizar ou não a prorrogação solicitada. Entre as diligências pendentes estão a tomada do depoimento de Jair Bolsonaro e a obtenção de informações solicitadas pela PF, além da perícia no vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril. O ministro Celso de Mello não precisa autorizar especificamente que os investigadores tomem o depoimento de Bolsonaro.
Depois da definição do novo prazo para a investigação, a PF deve definir os detalhes do depoimento, como por exemplo se acontecerá por escrito ou pessoalmente, além da data.
Segundo o jornal O Globo, Celso de Mello enviou nesta sexta-feira (29) o documento para manifestação do procurador-geral da República, Augusto Aras.
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